segunda-feira, 23 de março de 2020

Pode entrar em contato se necessitar

Estamos atendendo exclusivamente pelo whatsapp, conforme determinado pelas autoridades em razão da crise do corona virus:

Fique a vontade para nos contatar pelo número:

(11) 97152-9390



Tudo que estiver ao nosso alcance teremos prazer em fazer para nossos clientes e amigos.
Nestes momentos é vital que todos nos ajudemos, para conseguirmos superar esta crise e sairmos mais fortes.

Precisando, pode nos contactar

A crise que estamos vivendo por conta da pandemia de coronavirus Covid-19 é certamente a mais grave e complicada que o Brasil e o mundo já viveram até hoje.

Além dos fatores econômicos, existe forte questão emocional que atinge a todos nós.

O virus passa de pessoa para pessoa de forma muito fácil, e todo cuidado é pouco:

. Evite todo e qualquer contato físico com qualquer pessoa.
Isto inclui inclusive familiares, e imagino a imensa dor que devem sentir as mães que ficam assim impedidas mesmo de abraçar ou beijar seus filhos e entes familiares.

. Se tiver de sair de casa, escolha apenas uma pessoa da família para fazer as compras, e esta pessoa que sair de casa deverá tomar o máximo de cuidado, manendo distância de outras pessoas, e promovendo uma intensa higienização ao retornar para casa.

. Evite compartilhar objetos de uso pessoal em sua casa, copos, talheres

, Se policie para não colocar as mãos no rosto.
. Evite ir aos hioermercados, são locais de alta concentração de pessoas. Nestes locais, é comum todos colocarem suas maos nos equipamentos de venda, e inlcusive ocorre intensa manipulação dos produtos pelas pessoas, é uma das formas mais simples de transmissão de doenças. Para fazer compras, talvez você possa privilegiar o pequeno comércio em seu bairro, locais com menos fluxo de pessoas. 
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Nossa loja está fechada para atendimento físico, mas estamos a sua disposição para fazer o que estiver ao nosso alcance, basta nos acessar pelo Whatsapp:


(11) 9 7152-9390


que todos façam seu melhor, certamente iremos superar a crise, e sairemos mais fortes do que nunca.



sábado, 21 de março de 2020

Estamos fechados atendendo a determinação da Prefeitura Municipal de Osasco, e como forma de ajudar a conter a disseminação do coronavirus.

Caso necessitem, entre em contato conosco através do nosso whatsapp:

(11) 9 7152-9390


agradecemos desde já seu apoio e preferência.




segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Comendo fora de casa: porque estamos cada vez mais obesos.

O comentário mais comum de todos os paulistanos que passam por aqui é que estão com pressa, que não tem tempo para nada. Ok, são pessoas que trabalham ou que de alguma forma auferem alguma renda. Por trabalhar, sobra relativamente pouco tempo em casa, e realmente é muito mais fácil almoçar um prato feito em algum restaurante na rua, e a noite pegar algum prato pronto no caminho, ou quem sabe pedir uma pizza.

Esta opção de praticidade tem um colateral na forma de alimentos pouquíssimo saudáveis:
Vamos ver o que costuma ter no almoço da maioria dos pratos feitos:

- alface: ok, tem baixa caloria, mas não tem quase nada de nutriente, nem contribui para saciedade. Seria melhor encarar um brócoli, couve,

- feijão: excelente alimento, porém costuma ser preparado com grandes quantidades de gordura, como bacon ou linguiça. Estando tudo misturado lá dentro, não tem como escapar da gordura.

- arroz: muito bom e barato. Para ser mais leve, não poderia ser refogado, mas é talvez o componente menos prejudicial.

- carne: geralmente um contra-file, infelizmente acompanhado da gordura característica, generosamente regado em óleo da fritura.

- batata frita: talvez a grande vilã das calorias.

- um refrigerante: diet ou não, faz muito mal. Mesmo os sucos de latinha e caixinha são prejudiciais, pela quantidade de açúcar.

Você pode tentar variar um pouco o cardápio, mas a essência está aí, talvez tenha linguiça, ou uma rodela de tomate, mas nada muito diferente.

E, para piorar ainda mais, nos habituamos a este tipo de refeição, com quantidades extras de sal. E paladar tem de ser treinado. Agindo desta forma, desprezamos o paladar, e estamos cometendo um imenso desrespeito com a comida, com o que a Terra nos dá.

Doando sua Nota Fiscal para o IBCC

Ainda existem muitos clientes que desejam colocar seus CPF's nas notas fiscais, pois recebem créditos do Governo paulista. Não é o meu caso, que desisti, pois quase tudo que compro não oferecem um crédito alto. Meus maiores gastos são com alimentos "in natura", que têm aliquotas zeradas ou muito baixas de ICMS. Compras de carros, combustível e aparelhos eletrônicos, via de regra, recebem zero de crédito na Nota Paulista, pois são enquadrados num regime chamado de substituição tributária.

Nosso ramo é basicamente de roupas infantis. Ou seja, longe de constituir o gasto mais alto e mais frequente no consumo de uma família, então é natural que nossos clientes nem se preocupem mais com o CPF na nota.

Então, passamos a doar todos os cupons fiscais para o IBCC. Assim como nós, vários outros lojistas costumam doar seus cupons fiscais às mais variadas entidades.

O trabalho do IBCC é legítimo e necessário. Estranho, a meu ver, é ter de submetar estes institutos a coleta dos cupons fiscais.

Nota Paulista, uma idéia antiga

Lá pelos idos do ano de 1980, ainda sob o comando de Paulo Maluf, o governo do estado lançava o Album do Paulistinha. Bastava a gente pegar as notas fiscais, ir nos postos de troca, e colecionar figurinhas, depois com o álbum preenchido você ia nos postos da Secretaria da Fazenda e recebia cupons para sorteios de carros e eletrodomésticos. Eu lembro de pouca coisa, já faz mais de 30 anos atrás, mas a iniciativa não durou muito tempo.

Mas a idéia é muito parecida com a Nota Fiscal Paulista, a diferença é que agora pode-se fazer tudo eletronicamente, com ajuda da internet.

O que achei interessante é que a idéia pioneira, na verdade, foi do Governo do Paraná, em 1966.

O conceito, que cheguei a pensar ser uma novidade absoluta do Governo de São Paulo atual, na verdade, é coisa bem antiga.

Sempre os descontos para compras pagas a vista

Invariavelmente ouvimos pedidos para desconto nas compras.

De um lado, ainda reside na cabeça das pessoas épocas de juros altos, quando os lojistas podiam e tinham obrigação de conceder descontos para pagamento a vista. Hoje, com juros para aplicação em CDI na faixa de 12% a.a., um desconto de 1% já seria bem significativo.

Mas descontos de 1% são praticamente imperceptíveis no preço do produto. Um desconto de R$20,00 num televisor de R$2.000,00 não é muito convidativo, certo?

Mesmo quando oferecemos 5% de desconto, sem exceção, todos os clientes consideram pouco. É a tal da memória inflacionária, aliada ao fato de que o valor absoluto acaba sendo muito pequeno.

Minha opinião seria que deveríamos receber descontos em todos os estabelecimentos. Mas existem vários ramos que são totalmente refratários a políticas de desconto para pagamento à vista. Pegue exemplos de supermercados e lojas de departamento, como Renner, C&A. É impossível conseguir descontos, mas é mais do que justo receber o desconto.

Enquanto consumidores, ficamos reféns destes grandes varejistas. Quando buscamos gastar menos, são estes varejistas que decidem nossa compra. Talvez eles decidam colocar as salsichas em promoção, mesmo que você queira um alimento mais saudável.

Bem, nossa loja continuará a oferecer algum desconto quando possível.

Mas a saúde financeira dos nossos clientes depende muito mais de conseguirem descontos nos estabelecimentos onde eles gastam mais, sejam no hipermercado, na padaria ou na farmácia.